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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

2015: O pior ano da minha vida

Demorei tanto pra escrever sobre a lindeza que foi 2014 que 2015 chegou levando tudo.

O ano chegou com promessas de ser bonito: teve a minha colação, meu baile de formatura, os preparativos para o casamento do meu irmão e a espera pelos parentes de outro país que viriam ao casamento.

Mas logo cedo me trouxe aquela, que é uma das piores dores, levando uma avó minha. De uma maneira rápida, inesperada e mais doída do que eu poderia explicar. Levou meu gato, o que posso dizer com firmeza, que doeu imensamente. 

A empresa que meu pai trabalha está quase falindo, e eu, recém-formada, terminei o estágio e não estou conseguindo arrumar emprego. O dinheiro está muito curto por aqui.

Em 2015 a irmã do meu namorado mostrou ser uma pessoa detestável. Meu namoro quase terminou, e ainda está carregando as marcas disso.

A sorte é que, apesar de você, 2015, minha família e meus amigos estão cada vez mais unidos. Porque sem isso, acho que esse ano teria me vencido.

Espero que esses dois últimos meses passem sem fazer estragos. 

Posso ser inocente e acreditar que em 2016 vai ser tudo diferente?

domingo, 20 de setembro de 2009

Alone

Me senti sozinha hoje, sozinha de amigos.
Tenho alguns melhores amigos, e são, realmente, os melhores, mas todos estão tão ocupados com estudo/trabalho/namoro.

Claro, nós crescemos, nossas prioridades viram outras, cada um segue sua vida e a amizade continua. Só que senti falta daquela amizade adolescente de antes, de ligar pra eles por qualquer motivo, saber minuciosamente tudo da vida deles e vice-versa.

Hoje não sei de todas as briguinhas que certa amiga tem com o namorado, demoro mais de uma semana pra saber que uma outra está trabalhando.

É que hoje foi despedida de um amigo nosso que vai pro Rio Grande do Norte (assunto pra outro post),e ,apesar do clima triste de despedida, foi tão gostoso passar a tarde toda com eles, comendo, bebendo, rindo, conversando, trocando confidências, fofocando, que quando cheguei em casa, me deu nostalgia.

Lembrei de quando ficava triste, fosse por motivo bobo ou não, e corria pra um deles pelo menos, e hoje, prefiro ficar sozinha, escrevo. Talvez muros tenham se criado e eu não consigo, por isso, pedir colo como antes.

Sei que ter amigos é mais que necessário, e eu amo os meus, amo de verdade.