É bom e útil relembrar cenas que já aconteceram com a gente, mesmo que há muito tempo atrás; dá para avaliar o quanto, muitas vezes, cometemos erros tolos e exageramos em certas situações que, no momento, não parecem, mas depois vemos que são irrelevantes. E eu sempre fui muito boa em exagerar, em achar que os erros alheios eram enormes e mereciam, sim, meu escândalo e minha revolta, tendo, o "culpado", que ouvir, sim, tudo de ruim que eu tinha para dizer.
Talvez por andar com tanto tempo livre para reflexão e por já ter notado que certos comportamentos me levam sempre para o mesmo lugar - não só por culpa minha - estou tentando, de coração, mudar muitas coisas em mim.
Eu acredito mesmo que qualquer pessoa pode mudar, mas não sem dor. Mudança de comportamento é caminho longo, cansativo, porque, às vezes, temos características tão enraizadas, que já agimos no automático.
Só que eu decidi e ACREDITO que 2014 será o meu ano. E, entre outras coisas, o que eu quero é isso: mudar.
Quero perder meu ciúme que, muitas vezes, é quase doentio: eu já melhorei muito nessas minhas terapias internas de mudança, mas ainda há muito o que fazer; quero deixar de fazer tempestade por coisas bobas e parar de crucificar tanto as pessoas quando elas erram comigo; quero perdoar com mais facilidade e perder um pouco do orgulho. Quero, um dia, conseguir ser a pessoa que vai atrás do outro depois de uma briga, porque, pra mim, isso é quase sacríficio! Mas não quero mais que seja assim, porque eu sei bem, por experiência própria, que o outro lado, certo ou errado, também cansa de ir sempre atrás - tudo que é sempre, cansa - e quero ser mais paciente, principalmente dentro de casa.
São muitas mudanças, eu sei, mas sei, também, que sou capaz e que querer já é muito. Eu vou precisar de calma e sabedoria, e compreensão pra me aceitar quando eu falhar. Eu estou buscando ajuda espiritual, tenho conversado muito com Deus e pedido bastante ajuda pra ser a pessoa melhor que eu quero ser, e estou sentindo energias positivas, estou sentindo segurança. amém.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
madrugadas
Eu sou uma pessoa noturna, sempre que posso, claro.
E agora estou de férias.
Mas as madrugadas são traiçoeiras.
Eu levanto e sento na cama, enquanto assisto TV, umas vinte vezes.
Tenho crises de empolgação e danço no quarto. E choro também.
Jogo algum joguinho no celular.
Entro no facebook.
Bebo bastante água.
E penso, penso, penso. No estágio que não aparece de jeito nenhum - É O ÚLTIMO ANO DA FACULDADE, FUDEU, VOU MORRER, NUNCA VOU ARRUMAR EMPREGO NA MINHA ÁREA; Na vontade de voltar a ficar com certo carinha que tem tudo a ver comigo; Em quanto não adianta eu tentar, eu não consigo ir atrás dos caras, ter iniciativa de mandar um whatsapp que seja, mesmo que eles estejam, também, atrás de mim - MAS EU TENHO QUE MUDAR! DA PRÓXIMA VEZ VOU FAZER DIFERENTE; No meu desânimo com a faculdade e nos professores malas que já sei que pegarei, novamente, no próximo semestre; Que quero comprar roupas, mas preciso da companhia da minha mãe, e estou brigada com ela, e não sou naaada independente; Na decisão errada, mas honesta comigo mesma, de abandonar o inglês - NÃO TEM HIPÓTESE ALGUMA DE EU CONSEGUIR ESTUDAR MAIS QUASE TRÊS ANOS DE INGLÊS. ODEIO. ODEIO. NÃO AGUENTO MAIS AQUELE CURSO, NÃO ENTURMEI MUITO COM A TURMA E MINHA ÚNICA COLEGA VAI SAIR. E, PQP, INGLÊS É TÃO IMPORTANTE PARA MINHA ÁREA, QUE RAIVA :/; No curso de espanhol que vou começar no fim do mês, e no medo enorme de detestar tanto quanto o inglês; E de novo no tanto de currículos que mando todos os dias sem retorno - O QUE EU VOU FAZER QUANDO A FACULDADE ACABAR; Sorrio lembrando de um carinha divertido, safado e doido por mim, que eu ficava; Me masturbo; Imagino cenas que sei que não acontecerão.
Depois me proponho a dormir. Deito, rezo e me esforço pra conseguir dormir.
Mas a reza de ontem foi estranha, foi maravilhosa. Me senti tocada de verdade, como pouquíssimas vezes na vida. Fazendo um habitual pedido, senti uma força dentro do peito difícil de explicar. Foi quase uma certeza de que iria ser ouvida e atendida. E eu tenho pedido mesmo mais fé. Porque ando lendo um pouco a bíblia, e li várias passagens falando da falta de fé que faz as pessoas não alcançarem seus objetivos. E seja isso uma variante do "segredo" ou não, eu quero ter mais fé.
Reli agora o post e constatei que ele não faz sentido algum. E são 04:16.
E agora estou de férias.
Mas as madrugadas são traiçoeiras.
Eu levanto e sento na cama, enquanto assisto TV, umas vinte vezes.
Tenho crises de empolgação e danço no quarto. E choro também.
Jogo algum joguinho no celular.
Entro no facebook.
Bebo bastante água.
E penso, penso, penso. No estágio que não aparece de jeito nenhum - É O ÚLTIMO ANO DA FACULDADE, FUDEU, VOU MORRER, NUNCA VOU ARRUMAR EMPREGO NA MINHA ÁREA; Na vontade de voltar a ficar com certo carinha que tem tudo a ver comigo; Em quanto não adianta eu tentar, eu não consigo ir atrás dos caras, ter iniciativa de mandar um whatsapp que seja, mesmo que eles estejam, também, atrás de mim - MAS EU TENHO QUE MUDAR! DA PRÓXIMA VEZ VOU FAZER DIFERENTE; No meu desânimo com a faculdade e nos professores malas que já sei que pegarei, novamente, no próximo semestre; Que quero comprar roupas, mas preciso da companhia da minha mãe, e estou brigada com ela, e não sou naaada independente; Na decisão errada, mas honesta comigo mesma, de abandonar o inglês - NÃO TEM HIPÓTESE ALGUMA DE EU CONSEGUIR ESTUDAR MAIS QUASE TRÊS ANOS DE INGLÊS. ODEIO. ODEIO. NÃO AGUENTO MAIS AQUELE CURSO, NÃO ENTURMEI MUITO COM A TURMA E MINHA ÚNICA COLEGA VAI SAIR. E, PQP, INGLÊS É TÃO IMPORTANTE PARA MINHA ÁREA, QUE RAIVA :/; No curso de espanhol que vou começar no fim do mês, e no medo enorme de detestar tanto quanto o inglês; E de novo no tanto de currículos que mando todos os dias sem retorno - O QUE EU VOU FAZER QUANDO A FACULDADE ACABAR; Sorrio lembrando de um carinha divertido, safado e doido por mim, que eu ficava; Me masturbo; Imagino cenas que sei que não acontecerão.
Depois me proponho a dormir. Deito, rezo e me esforço pra conseguir dormir.
Mas a reza de ontem foi estranha, foi maravilhosa. Me senti tocada de verdade, como pouquíssimas vezes na vida. Fazendo um habitual pedido, senti uma força dentro do peito difícil de explicar. Foi quase uma certeza de que iria ser ouvida e atendida. E eu tenho pedido mesmo mais fé. Porque ando lendo um pouco a bíblia, e li várias passagens falando da falta de fé que faz as pessoas não alcançarem seus objetivos. E seja isso uma variante do "segredo" ou não, eu quero ter mais fé.
Reli agora o post e constatei que ele não faz sentido algum. E são 04:16.
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Novas descobertas
Estou descobrindo, incrivelmente só agora, nessa minha nova fase de solteira o quanto as pessoas exageram/mentem sobre o que sentem ou então o quanto os quereres são volúveis.
O bom é que essa nova descoberta está me deixando mais esperta.
O bom é que essa nova descoberta está me deixando mais esperta.
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Cadê você?
Realmente, o pior é não saber.
Depois dessa última briga, da minha chateação, que ainda está aqui, o que está tomando conta é a preocupação.
Cadê você tentando amenizar as coisas? Me ligando, procurando, perguntando se eu estou bem, se pode vir aqui?
Eu já vi esse seu jeito, distante, sem tentar mudar nada, e não gostei nada.
Eu tô com medo, sabe. Medo que você chegue aqui e diga que quer terminar. Diga que estamos nos machucando aqui, que é melhor virarmos a página. E até é verdade, e talvez seja melhor mesmo, mas eu não quero. Posso não querer? Não quero! Então não termine comigo, não use desse discurso racional, que eu mesma deveria usar, e terminar com você. Porque pra agora, não dá. Então segura as pontas, minha mão, e vamos seguir, vamos enfrentar, passar por cima mais uma vez.
E eu não te falarei nada disso. Já me treinei pra concordar com você, caso você não queira mais. Mas eu sei do meu coração, sei do quanto ele está apertado, e só Deus está segurando.
E nossos planos? Nossa série, nosso show, nossa viagem.
Pior é que só te verei e saberei o porquê das suas novas atitudes, no sábado. Coração aguenta? Espero que sim. Queria que você me ligasse...
O pior é não saber...
Depois dessa última briga, da minha chateação, que ainda está aqui, o que está tomando conta é a preocupação.
Cadê você tentando amenizar as coisas? Me ligando, procurando, perguntando se eu estou bem, se pode vir aqui?
Eu já vi esse seu jeito, distante, sem tentar mudar nada, e não gostei nada.
Eu tô com medo, sabe. Medo que você chegue aqui e diga que quer terminar. Diga que estamos nos machucando aqui, que é melhor virarmos a página. E até é verdade, e talvez seja melhor mesmo, mas eu não quero. Posso não querer? Não quero! Então não termine comigo, não use desse discurso racional, que eu mesma deveria usar, e terminar com você. Porque pra agora, não dá. Então segura as pontas, minha mão, e vamos seguir, vamos enfrentar, passar por cima mais uma vez.
E eu não te falarei nada disso. Já me treinei pra concordar com você, caso você não queira mais. Mas eu sei do meu coração, sei do quanto ele está apertado, e só Deus está segurando.
E nossos planos? Nossa série, nosso show, nossa viagem.
Pior é que só te verei e saberei o porquê das suas novas atitudes, no sábado. Coração aguenta? Espero que sim. Queria que você me ligasse...
O pior é não saber...
terça-feira, 23 de abril de 2013
Dos erros
E nessa de "eu erro. tu erras. ele erra. nós erramos. e vc aí enchendo o saco de Deus e o mundo como se fizesse parte de um mundo a parte, sem erros, sem desajeitos, sem perdão." (Vitor Quintan), eu fui perdoando, perdoando, perdoando. E talvez nem tenha sido tão ruim devido aos meus sorrisos por aí. Mas é inevitável pensar, por vezes, que não deveria mais estar aqui, que tenho muitos motivos para ir embora, pra pegar outros caminhos.
Precisava escrever pra registrar pra mim mesma que não passarei por cima de mais nada que me machuque intensamente, não mais nessa história - é quase uma promessa.
Precisava escrever pra registrar pra mim mesma que não passarei por cima de mais nada que me machuque intensamente, não mais nessa história - é quase uma promessa.
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quarta-feira, 3 de abril de 2013
não quero terminar com você
O fato é que eu não quero terminar com ele. Tenho vários motivos pra isso, mas não quero. E sabe por quê? Porque o abraço dele me acalma tanto quanto faz meu coração espremer quando estamos brigados; porque é muito bom rir com ele, e quando ele morre de rir de mim; gosto de fazê-lo assistir novela abraçadinho comigo; gosto do jeito dele de querer falar comigo várias vezes ao dia, e ligar só pra dar "oi", e querer compartilhar as coisas mais simples; também gosto do meu querer e sentir à vontade para contar qualquer coisa. Ele me ouve, me aconselha; gosto de assistir séries com ele; de passar as madrugadas no sofá; gosto dele adorar minha família, minha casa, e a questão que ele faz de estar comigo e me levar para todos os cantos da sua vida: família, amigos; gosto do jeito prestativo dele, e quando ele me mima; gosto de saber que ele tem orgulho de ser meu namorado; gosto do modo que ele se arrepia com minhas mordidas, e fecha os olhos ao mínimo toque meu; gosto do seu jeito carinhoso, dos selinhos estalados que damos e e de conseguir sentir que ele gosta de verdade de mim.
É tanto gostar que o querer terminar fica pequenininho. Mas não posso ficar aceitando tudo em prol das coisas que gosto nele, em prol de gostar dele um tantão - mesmo. Ele erra. Todo mundo erra. Mas ele não me passa confiança, tem sempre suas meias verdades na carteira, e isso me aborrece muito. Eu queria acreditar nele, não precisar questionar as coisas que ele diz, mas quando estou quase lá, ele escorrega de novo, e leva pedaços do meu coração. Acho que tem um bocado de ilusão da minha parte nessa história, porque eu teimo em acreditar que ele vai aprender, vai mudar, crescer e parar de ter medo de mim - sou braba, né. Mas já nem adianta ele me prometer que não vai me esconder nada, porque nem com muito esforço eu acredito.
Eu erro também. Errei bastante nos últimos tempos. Também fiz uso de mentiras, e o magoei com outras histórias. Ele não gostou nada, brigou muito comigo, e ainda está brigando, na verdade. Mas já disse que quer passar por cima, quer continuar. E claro que o perdão dele me amolece, me mostra certas coisas, mas eu já o perdoei outras vezes... e o maior problema nem é esse, porque desculpar vai ser muito difícil, não nego, mas como posso voltar a confiar? Ele alega que agora também terá essa dificuldade comigo, mas eu já tenho há tanto tempo. E eu posso responder por mim, e não por ele.
O pior é que já estive aqui, nesse mesmo caminho. Optei por jogar tudo pro alto, e perdi quilos, sorrisos, noites de sono. Eu sei que passa, sempre passa, mas o que eu faço até lá? Eu sou tão feliz com ele, e queria continuar. Mas não é 100% pelo medo, pela ausência de confiança. Eu sei e reconheço que ele mudou muito de um namoro pro outro, mas não foi suficiente, e eu não quero esperar, dando a cara à tapa, ele aprender. É quase como se, se eu aceitasse ficar com ele, aceitasse também que ele vai sempre esconder algo, mesmo que pequeno, para evitar atritos. Só que eu não quero aceitar isso, e não quero ficar sem ele, e não posso acreditar também. E não tem ninguém para decidir minha vida por mim - o que não é legal.
É que eu sinto sinceridade com aqueles olhos lacrimejando, enquanto ele diz que quer ficar comigo, que vale a pena nos darmos mais uma chance, que imagina a vida dele ao meu lado. E fico me perguntando se seria certo virar as costas pra alguém que eu gosto tanto. Uma parte de mim pensa que a vida é curta, e que eu tenho que arriscar, e se não der certo, que lá na frente eu encare minhas escolhas; mas a outra parte, sabe que não dará certo, e quer se preservar, não quer ser mais feita de boba. Uma amiga minha disse que eu me cobro demais, e é verdade.
O pior é que eu sei que quando estivermos frente à frente, eu não vou conseguir terminar, e acabarei voltando aqui pra contar sobre outra desilusão. ://
É tanto gostar que o querer terminar fica pequenininho. Mas não posso ficar aceitando tudo em prol das coisas que gosto nele, em prol de gostar dele um tantão - mesmo. Ele erra. Todo mundo erra. Mas ele não me passa confiança, tem sempre suas meias verdades na carteira, e isso me aborrece muito. Eu queria acreditar nele, não precisar questionar as coisas que ele diz, mas quando estou quase lá, ele escorrega de novo, e leva pedaços do meu coração. Acho que tem um bocado de ilusão da minha parte nessa história, porque eu teimo em acreditar que ele vai aprender, vai mudar, crescer e parar de ter medo de mim - sou braba, né. Mas já nem adianta ele me prometer que não vai me esconder nada, porque nem com muito esforço eu acredito.
Eu erro também. Errei bastante nos últimos tempos. Também fiz uso de mentiras, e o magoei com outras histórias. Ele não gostou nada, brigou muito comigo, e ainda está brigando, na verdade. Mas já disse que quer passar por cima, quer continuar. E claro que o perdão dele me amolece, me mostra certas coisas, mas eu já o perdoei outras vezes... e o maior problema nem é esse, porque desculpar vai ser muito difícil, não nego, mas como posso voltar a confiar? Ele alega que agora também terá essa dificuldade comigo, mas eu já tenho há tanto tempo. E eu posso responder por mim, e não por ele.
O pior é que já estive aqui, nesse mesmo caminho. Optei por jogar tudo pro alto, e perdi quilos, sorrisos, noites de sono. Eu sei que passa, sempre passa, mas o que eu faço até lá? Eu sou tão feliz com ele, e queria continuar. Mas não é 100% pelo medo, pela ausência de confiança. Eu sei e reconheço que ele mudou muito de um namoro pro outro, mas não foi suficiente, e eu não quero esperar, dando a cara à tapa, ele aprender. É quase como se, se eu aceitasse ficar com ele, aceitasse também que ele vai sempre esconder algo, mesmo que pequeno, para evitar atritos. Só que eu não quero aceitar isso, e não quero ficar sem ele, e não posso acreditar também. E não tem ninguém para decidir minha vida por mim - o que não é legal.
É que eu sinto sinceridade com aqueles olhos lacrimejando, enquanto ele diz que quer ficar comigo, que vale a pena nos darmos mais uma chance, que imagina a vida dele ao meu lado. E fico me perguntando se seria certo virar as costas pra alguém que eu gosto tanto. Uma parte de mim pensa que a vida é curta, e que eu tenho que arriscar, e se não der certo, que lá na frente eu encare minhas escolhas; mas a outra parte, sabe que não dará certo, e quer se preservar, não quer ser mais feita de boba. Uma amiga minha disse que eu me cobro demais, e é verdade.
O pior é que eu sei que quando estivermos frente à frente, eu não vou conseguir terminar, e acabarei voltando aqui pra contar sobre outra desilusão. ://
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