domingo, 20 de janeiro de 2013

Sinto que tenho mais coisas para fazer do que consigo. E não me mexo.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Tudo para o ar!

Achei que precisava respirar. Enlouqueci com cobrança de dois lados. Talvez estivesse na hora de ficar sozinha um pouco, estar comigo mesma. Conservei os fios, mas sobrou-me o medo.

Não estou feliz.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Mesmo quando existe um outro alguém

mesmo quando isso não convém 

Meu coração contradiz o que penso/pensava de mim, e eu fico perdida.
Verdade é que nunca fui boa em tomar decisões, ainda mais quando envolve pessoas, quando envolve saber o que eu sinto. Como faz pra saber?

O ex errou muito e isso ainda me machuca, mas eu gosto dele. E ainda está aqui, tentando uma chance de voltar, pedindo sempre desculpa, demonstrando que sou importante pra ele. Acabo não conseguindo me desligar, não querendo. E vamos assim, nos falando, nos vendo, aumentando o gostar, confundindo o coração.

E da mesma forma sigo assim, com o talvez-peguete, que virou um belo de um companheiro. Alguém que sinto mais confiança e consigo imaginar um futuro bonito, mais seguro. Sinto falta, gosto de estar perto, quero só pra mim.

O ex sabe que saí com ele, e aceitou, mesmo morrendo de ciúme. Isso me fez ver que o que ele sente por mim é grande. Mas ele é muito possessivo. Está mais agora. Liga 21 vezes, me pede mil explicações, mesmo que estejamos solteiros. Reclama quando saio e não o chamo.

O Baby é mais paciente, sabe de tudo, e diz que vai me esperar. Mas é justo?
Eu não quero magoar ninguém, nem o ex que já me magoou tanto.
Só que não consigo me decidir, e não quero tomar uma decisão por tomar.

Já pedi sinal, já joguei tarot online e nada. Parece que cada vez fica mais difícil.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Eu

As pessoas acham que eu sou simples, que sou orgulho e ponto; só que há muito mais.

O ex falou que eu sou durona, as amigas pensam o mesmo. Eu, muitas vezes pensei que sim, e até me orgulhei disso.
Mas de repente, notei que é justamente o contrário... pareço durona porque sou mais sensível que a maioria das pessoas; O que para alguns seria fácil de perdoar, pra mim não é, mas é porque dói mais em mim, me feri com mais força, me marca mais intensamente.

Não sei o que fazer com a dor, com as lágrimas, o desespero interno.
No fundo sou só uma menina assustada.
E até eu sei tão pouco de mim.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Só sei que não sei

Penso no ex, no possível novo peguete, mala vazia, saudade do ex, que era atual, durante a viagem. Volto para o livro.

Penso no ex, se estou mais tranquila porque talvez decida reatar, lembro do mal que ele me fez, quarto todo bagunçado, "se voltasse com ele, teria que arrumar". Volto para o livro.

Penso que seria idiota se voltasse, me pergunto porquê tão rapidamente ele ficou com outra.. logo quando viu que eu poderia aceitá-lo de volta, tento justificar lembrando que também fiquei com outro, me recordo que foi diferente. Volto para o livro.

Penso nos conselhos, em uma amiga dizendo que estou agindo errado, que o que tenho pelo ex não é fácil de achar, lembro dela perguntando se estou preparada para vê-lo com outra. NÃO. Volto para o livro.

Penso no quanto o talvez-peguete parece ser legal, mais esforçado para com o futuro que o ex, acho que ele pode estar afim de mim mesmo. Faço planos para o churrasco do final de semana. Reflito que, talvez, consigamos realmente separar sentimentos. Vai ver que ele ter ficado com outra nem tenha sido grandes coisas assim. Mas ele não pensou nos meus sentimentos, droga! Eu tinha saído com ele um dia antes! Volto para o livro. O livro está bom.

Penso no quanto o ex ficaria enciumado e louco até, se soubesse que fiquei com mais outro alguém. Fico feliz ao pensar nisso. Sou imatura. Faço planos de ficar com os dois, e depois escolher o ex, e contar tudo a ele, para que ele tenha que passar por cima disso para me ter de volta. Sou muito imatura mesmo! Volto para o livro.

Penso que pode ser orgulho bobo não perdoá-lo, que posso deixar de tentar ser feliz por bobeira. Mas não, volto a achar que seria idiota se perdoasse. Lembro de outra amiga, uma que disse que fraca eu seria se continuasse assim, sofrendo, ao invés de dar uma nova chance. Tento me convencer nas palavras dos outros. Todos me falaram que desculpariam, no meu lugar. Às vezes parece que ninguém entende que eu já estava passando por cima das mentiras dele, que isso já era muito, que ele sabia que eu quase estava dando uma nova chance, e ainda sim, ficou com outra. Ninguém vê que isso é grave? Volto para o livro.

Penso nele falando que desde que ficou solteiro apareceram várias mulheres que ele poderia ter ficado. O estômago aperta de ciúme. Lembro que ele, pelo menos, me contou dessa que ficou, provando que não quer mais mentiras entre a gente. Por quê ele ficou com outra? A amiga dizendo que sou chata com essa pergunta. Eu admitindo que estou empacada nessa parte. Por quê ele ficou com outra? Talvez ficar com o outro tal carinha seja legal. Volto para o livro.

Vou dormir. Pensar nunca resolveu muita coisa mesmo.

"... que faço distraindo a vida, vou traindo minha sina, distraindo decisão ♪





terça-feira, 2 de outubro de 2012

Não é fácil

É difícil dar "adeus" a um amor. 
Fácil é dizer que o outro é fraco, que aceita tudo, que não se decide, que gosta de se prender no que não dá certo; mas quando são nossas noites chorando, nossa falta de fome, nossa dor no coração, nosso desânimo, a coisa é outra.

É estranho te dizer tanto "não", querer que você não me procure mais, dizer isso, e sofrer quando acho que vai acontecer. Mas você volta, e eu sou toda confusão.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

meias verdades

E mais uma vez você mentiu pra mim. E mais uma vez disse que foi por medo, de brigarmos, de me perder.
Olha, eu conheço bem o meu gênio, sei que às vezes implico demais, exagero, perco a cabeça, mas desde a sua primeira mentira que disse que isso, eu não tolero - embora tenha tolerado. Sempre vale mais brigar do que mentir.
E você diz que eu estou certa, diz que entende, que vai mudar.. e nada. E tudo tão... bobeira. Coisa para briguinha sem importância, que acaba virando um caso grande.

E eu vou cansando... só que gosto de você, gosto mesmo. E sinto que você gosta mesmo de mim; hoje em dia não duvido disso. Mas quero um namoro baseado em confiança, não quero enlouquecer, como sempre.

Foi difícil conviver com a madrugada com gosto de término; doeu, e acordou doendo também.
O dia se arrastou hoje. Me afastei de todos. Só soube conversar sobre você. Não me fazia bem agir como se estivesse feliz, sabe.
Confesso que sua ligação me fez bem, apesar de tudo. Porque você sempre me disse que não faz o tipo que liga depois de um rompimento, e eu fiquei sem saber o que esperar. Uma coisa eu sabia e sei: não vou procurar!

É que eu tenho medo de você nunca mudar, de continuar mentindo/omitindo as coisas pra mim. Só que, no fundo, há aquela esperança de coração apaixonado, que diz que você vai aprender com o tempo, vai ser homem para assumir as coisas que faz, para me falar o que for, mesmo sabendo que não irei gostar.
Sabe o que também dói muito? Saber que eu sempre fui honesta com você. Sempre contei tudo, mesmo já preparada para ouvir suas reclamações. Acho, mesmo assim, tão mais fácil ser sincero.

E agora é isso que fica na minha cabeça: Você vai mudar ou não?
Só que eu não tenho como ter certeza de nada... é só apostar.. só que já apostei e não deu certo algumas vezes. Tenho receito. E ao mesmo tempo, sei que será difícil optar por não voltar. E eu me perguntarei se não teria valido a pena dar outra chance. Mas chance pra quem? Pra mim? Pra você? Pra nós? Com o quê eu estou me importando, afinal?

Eu não gosto fácil, não me apaixono o tempo todo. E também isso me amedronta em te perder de vez. Porque gostei de ti, e não sei quando gostarei de alguém de novo.

'Tenho andado distraído, impaciente e indeciso